
O papel e a importância da sanga – Lama Padma Samten
Lama Padma Samten nos ensina sobre a importância da comunidade de praticantes.
Budismo, meditación y cultura de paz | Lama Padma Samten

Lama Padma Samten nos ensina sobre a importância da comunidade de praticantes.

Ensinamento concedido em setembro de 2000 no CEBB Caminho do Meio
Neste texto, utilizando a estrutura dos oito passos do Nobre Caminho do Buda, abordarei obstáculos que surgem aos praticantes de meditação. Não só os que se manifestam durante a prática formal sentada, mas também os que surgem na vida cotidiana. Assim temos a agitação durante a prática formal, a grande diferença que parece existir entre os estados meditativos e as condições mentais necessárias à vida no mundo, e, também, uma aparente inadaptação dos meditantes a enfrentar um mundo externo competitivo e hostil. Inicialmente examinarei a questão da estabilidade da mente durante a prática formal, sem o que a meditação não é possível.


As práticas espirituais só adquirem seu sentido na vida cotidiana. A relação com nossos pais, esposa, marido, filhos e colegas de trabalho, e também com os seres em todos os planos da existência, material e sutil, isto é o termômetro da prática. Um sinal grave é o desinteresse e a falta de compaixão. O isolamento e a prática formal são artificialidades – só se justificam pela remoção de obstáculos que eventualmente proporcionem. Todas as construções espirituais, ainda que meritórias, são esponja, água e sabão, ou seja, dispensáveis ao final.

O mestre budista Lama Padma Samten tem auxiliado inúmeras pessoas em suas vidas e relações cotidianas, com ensinamentos que dialogam com as mais diversas áreas do conhecimento. Físico, com bacharelado e mestrado pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), Alfredo Aveline foi professor de 1969 a 1994. Neste período, dedicou-se especialmente ao exame da física quântica, teoria na qual encontrou afinidade com o pensamento budista. No início dos anos 80, intensificou seu interesse pelo budismo e em 1996 foi ordenado lama pelo mestre tibetano Chagdud Tulku Rinpoche, título que significa líder, sacerdote e professor.

Em uma série de vídeos curtos produzidos pelo Portal Nós da Comunicação, Lama Padma Samten fala sobre comunicação corporativa, marketing, empreendedorismo, mercado de trabalho e visão empresarial. Seus ensinamentos não se direcionam apenas para organizações e empresários, mas para nossa vida em todas as relações que construímos com os outros e o mundo.

Lama Padma Samten fala sobre sua trajetória e sobre as cinco formas de sabedoria e compaixão.
“O ponto central do budismo é trazer benefício aos seres. Não é necessário abandonar os bens materiais, mas essencialmente utilizá-los para benefício dos seres. O budismo busca harmonia na vida, não necessariamente pobreza ou riqueza, mas a felicidade em todas as nossas relações.”
Entrevista exibida em 09/2008 na TVCOM – Florianópolis.


Introdução
O tema da linhagem é um dos mais discutidos entre os praticantes. Muitas vezes, a importância da linhagem é sobrevalorizada. Sob a condição de lama, esse problema não me afeta mais, minha linhagem está definida. No entanto, eu mesmo já enfrentei essa questão diversas vezes na condição de praticante e de professor. O que me pacificava era quando eu me perguntava: “Qual é a linhagem do Buda Sakiamuni ?” Nesse momento, descobrimos que ele não tem linhagem. Logo, a noção de linhagem não surgiu com o Buda, mas com o próprio movimento posterior a ele.

Abaixo, a transcrição da reportagem:
Um pequeno sítio perto de Porto Alegre e um nome cheio de significados: Caminho do Meio. Um lugar para aproximar o budismo da cultura ocidental.

Muitas vezes nos parece que a lógica do “mundo real” é vitoriosa sobre as nossas aspirações elevadas e visões espirituais, que terminam por mostrar-se frágeis diante da concretitude das circunstâncias. Quando olhamos com lucidez, vemos que não é assim mas justo o contrário, percebemos que ao abandonar os valores elevados terminamos por nos comportar ferindo as relações em algum dos quatro níveis e criamos muitos problemas. Já quando promovemos relações positivas somos recompensados.

Lama Padma Samten nos ensina sobre a importância da comunidade de praticantes.

Ensinamento concedido em setembro de 2000 no CEBB Caminho do Meio
Neste texto, utilizando a estrutura dos oito passos do Nobre Caminho do Buda, abordarei obstáculos que surgem aos praticantes de meditação. Não só os que se manifestam durante a prática formal sentada, mas também os que surgem na vida cotidiana. Assim temos a agitação durante a prática formal, a grande diferença que parece existir entre os estados meditativos e as condições mentais necessárias à vida no mundo, e, também, uma aparente inadaptação dos meditantes a enfrentar um mundo externo competitivo e hostil. Inicialmente examinarei a questão da estabilidade da mente durante a prática formal, sem o que a meditação não é possível.


As práticas espirituais só adquirem seu sentido na vida cotidiana. A relação com nossos pais, esposa, marido, filhos e colegas de trabalho, e também com os seres em todos os planos da existência, material e sutil, isto é o termômetro da prática. Um sinal grave é o desinteresse e a falta de compaixão. O isolamento e a prática formal são artificialidades – só se justificam pela remoção de obstáculos que eventualmente proporcionem. Todas as construções espirituais, ainda que meritórias, são esponja, água e sabão, ou seja, dispensáveis ao final.

O mestre budista Lama Padma Samten tem auxiliado inúmeras pessoas em suas vidas e relações cotidianas, com ensinamentos que dialogam com as mais diversas áreas do conhecimento. Físico, com bacharelado e mestrado pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), Alfredo Aveline foi professor de 1969 a 1994. Neste período, dedicou-se especialmente ao exame da física quântica, teoria na qual encontrou afinidade com o pensamento budista. No início dos anos 80, intensificou seu interesse pelo budismo e em 1996 foi ordenado lama pelo mestre tibetano Chagdud Tulku Rinpoche, título que significa líder, sacerdote e professor.

Em uma série de vídeos curtos produzidos pelo Portal Nós da Comunicação, Lama Padma Samten fala sobre comunicação corporativa, marketing, empreendedorismo, mercado de trabalho e visão empresarial. Seus ensinamentos não se direcionam apenas para organizações e empresários, mas para nossa vida em todas as relações que construímos com os outros e o mundo.

Lama Padma Samten fala sobre sua trajetória e sobre as cinco formas de sabedoria e compaixão.
“O ponto central do budismo é trazer benefício aos seres. Não é necessário abandonar os bens materiais, mas essencialmente utilizá-los para benefício dos seres. O budismo busca harmonia na vida, não necessariamente pobreza ou riqueza, mas a felicidade em todas as nossas relações.”
Entrevista exibida em 09/2008 na TVCOM – Florianópolis.


Introdução
O tema da linhagem é um dos mais discutidos entre os praticantes. Muitas vezes, a importância da linhagem é sobrevalorizada. Sob a condição de lama, esse problema não me afeta mais, minha linhagem está definida. No entanto, eu mesmo já enfrentei essa questão diversas vezes na condição de praticante e de professor. O que me pacificava era quando eu me perguntava: “Qual é a linhagem do Buda Sakiamuni ?” Nesse momento, descobrimos que ele não tem linhagem. Logo, a noção de linhagem não surgiu com o Buda, mas com o próprio movimento posterior a ele.

Abaixo, a transcrição da reportagem:
Um pequeno sítio perto de Porto Alegre e um nome cheio de significados: Caminho do Meio. Um lugar para aproximar o budismo da cultura ocidental.

Muitas vezes nos parece que a lógica do “mundo real” é vitoriosa sobre as nossas aspirações elevadas e visões espirituais, que terminam por mostrar-se frágeis diante da concretitude das circunstâncias. Quando olhamos com lucidez, vemos que não é assim mas justo o contrário, percebemos que ao abandonar os valores elevados terminamos por nos comportar ferindo as relações em algum dos quatro níveis e criamos muitos problemas. Já quando promovemos relações positivas somos recompensados.

Lama Padma Samten nos ensina sobre a importância da comunidade de praticantes.

Ensinamento concedido em setembro de 2000 no CEBB Caminho do Meio
Neste texto, utilizando a estrutura dos oito passos do Nobre Caminho do Buda, abordarei obstáculos que surgem aos praticantes de meditação. Não só os que se manifestam durante a prática formal sentada, mas também os que surgem na vida cotidiana. Assim temos a agitação durante a prática formal, a grande diferença que parece existir entre os estados meditativos e as condições mentais necessárias à vida no mundo, e, também, uma aparente inadaptação dos meditantes a enfrentar um mundo externo competitivo e hostil. Inicialmente examinarei a questão da estabilidade da mente durante a prática formal, sem o que a meditação não é possível.


As práticas espirituais só adquirem seu sentido na vida cotidiana. A relação com nossos pais, esposa, marido, filhos e colegas de trabalho, e também com os seres em todos os planos da existência, material e sutil, isto é o termômetro da prática. Um sinal grave é o desinteresse e a falta de compaixão. O isolamento e a prática formal são artificialidades – só se justificam pela remoção de obstáculos que eventualmente proporcionem. Todas as construções espirituais, ainda que meritórias, são esponja, água e sabão, ou seja, dispensáveis ao final.

O mestre budista Lama Padma Samten tem auxiliado inúmeras pessoas em suas vidas e relações cotidianas, com ensinamentos que dialogam com as mais diversas áreas do conhecimento. Físico, com bacharelado e mestrado pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), Alfredo Aveline foi professor de 1969 a 1994. Neste período, dedicou-se especialmente ao exame da física quântica, teoria na qual encontrou afinidade com o pensamento budista. No início dos anos 80, intensificou seu interesse pelo budismo e em 1996 foi ordenado lama pelo mestre tibetano Chagdud Tulku Rinpoche, título que significa líder, sacerdote e professor.

Em uma série de vídeos curtos produzidos pelo Portal Nós da Comunicação, Lama Padma Samten fala sobre comunicação corporativa, marketing, empreendedorismo, mercado de trabalho e visão empresarial. Seus ensinamentos não se direcionam apenas para organizações e empresários, mas para nossa vida em todas as relações que construímos com os outros e o mundo.

Lama Padma Samten fala sobre sua trajetória e sobre as cinco formas de sabedoria e compaixão.
“O ponto central do budismo é trazer benefício aos seres. Não é necessário abandonar os bens materiais, mas essencialmente utilizá-los para benefício dos seres. O budismo busca harmonia na vida, não necessariamente pobreza ou riqueza, mas a felicidade em todas as nossas relações.”
Entrevista exibida em 09/2008 na TVCOM – Florianópolis.


Introdução
O tema da linhagem é um dos mais discutidos entre os praticantes. Muitas vezes, a importância da linhagem é sobrevalorizada. Sob a condição de lama, esse problema não me afeta mais, minha linhagem está definida. No entanto, eu mesmo já enfrentei essa questão diversas vezes na condição de praticante e de professor. O que me pacificava era quando eu me perguntava: “Qual é a linhagem do Buda Sakiamuni ?” Nesse momento, descobrimos que ele não tem linhagem. Logo, a noção de linhagem não surgiu com o Buda, mas com o próprio movimento posterior a ele.

Abaixo, a transcrição da reportagem:
Um pequeno sítio perto de Porto Alegre e um nome cheio de significados: Caminho do Meio. Um lugar para aproximar o budismo da cultura ocidental.

Muitas vezes nos parece que a lógica do “mundo real” é vitoriosa sobre as nossas aspirações elevadas e visões espirituais, que terminam por mostrar-se frágeis diante da concretitude das circunstâncias. Quando olhamos com lucidez, vemos que não é assim mas justo o contrário, percebemos que ao abandonar os valores elevados terminamos por nos comportar ferindo as relações em algum dos quatro níveis e criamos muitos problemas. Já quando promovemos relações positivas somos recompensados.

Lama Padma Samten nos ensina sobre a importância da comunidade de praticantes.

Ensinamento concedido em setembro de 2000 no CEBB Caminho do Meio
Neste texto, utilizando a estrutura dos oito passos do Nobre Caminho do Buda, abordarei obstáculos que surgem aos praticantes de meditação. Não só os que se manifestam durante a prática formal sentada, mas também os que surgem na vida cotidiana. Assim temos a agitação durante a prática formal, a grande diferença que parece existir entre os estados meditativos e as condições mentais necessárias à vida no mundo, e, também, uma aparente inadaptação dos meditantes a enfrentar um mundo externo competitivo e hostil. Inicialmente examinarei a questão da estabilidade da mente durante a prática formal, sem o que a meditação não é possível.


As práticas espirituais só adquirem seu sentido na vida cotidiana. A relação com nossos pais, esposa, marido, filhos e colegas de trabalho, e também com os seres em todos os planos da existência, material e sutil, isto é o termômetro da prática. Um sinal grave é o desinteresse e a falta de compaixão. O isolamento e a prática formal são artificialidades – só se justificam pela remoção de obstáculos que eventualmente proporcionem. Todas as construções espirituais, ainda que meritórias, são esponja, água e sabão, ou seja, dispensáveis ao final.

O mestre budista Lama Padma Samten tem auxiliado inúmeras pessoas em suas vidas e relações cotidianas, com ensinamentos que dialogam com as mais diversas áreas do conhecimento. Físico, com bacharelado e mestrado pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), Alfredo Aveline foi professor de 1969 a 1994. Neste período, dedicou-se especialmente ao exame da física quântica, teoria na qual encontrou afinidade com o pensamento budista. No início dos anos 80, intensificou seu interesse pelo budismo e em 1996 foi ordenado lama pelo mestre tibetano Chagdud Tulku Rinpoche, título que significa líder, sacerdote e professor.

Em uma série de vídeos curtos produzidos pelo Portal Nós da Comunicação, Lama Padma Samten fala sobre comunicação corporativa, marketing, empreendedorismo, mercado de trabalho e visão empresarial. Seus ensinamentos não se direcionam apenas para organizações e empresários, mas para nossa vida em todas as relações que construímos com os outros e o mundo.

Lama Padma Samten fala sobre sua trajetória e sobre as cinco formas de sabedoria e compaixão.
“O ponto central do budismo é trazer benefício aos seres. Não é necessário abandonar os bens materiais, mas essencialmente utilizá-los para benefício dos seres. O budismo busca harmonia na vida, não necessariamente pobreza ou riqueza, mas a felicidade em todas as nossas relações.”
Entrevista exibida em 09/2008 na TVCOM – Florianópolis.


Introdução
O tema da linhagem é um dos mais discutidos entre os praticantes. Muitas vezes, a importância da linhagem é sobrevalorizada. Sob a condição de lama, esse problema não me afeta mais, minha linhagem está definida. No entanto, eu mesmo já enfrentei essa questão diversas vezes na condição de praticante e de professor. O que me pacificava era quando eu me perguntava: “Qual é a linhagem do Buda Sakiamuni ?” Nesse momento, descobrimos que ele não tem linhagem. Logo, a noção de linhagem não surgiu com o Buda, mas com o próprio movimento posterior a ele.

Abaixo, a transcrição da reportagem:
Um pequeno sítio perto de Porto Alegre e um nome cheio de significados: Caminho do Meio. Um lugar para aproximar o budismo da cultura ocidental.

Muitas vezes nos parece que a lógica do “mundo real” é vitoriosa sobre as nossas aspirações elevadas e visões espirituais, que terminam por mostrar-se frágeis diante da concretitude das circunstâncias. Quando olhamos com lucidez, vemos que não é assim mas justo o contrário, percebemos que ao abandonar os valores elevados terminamos por nos comportar ferindo as relações em algum dos quatro níveis e criamos muitos problemas. Já quando promovemos relações positivas somos recompensados.