
Budismo, meditación y cultura de paz | Lama Padma Samten


Na filosofia budista as palavras amor e compaixão denotam sentimentos e atitudes que vale a pena conhecer.
Digamos que alguém olha para uma planta que se encontra num vaso dentro da casa. Pelo olhar compassivo, em vez observar se gosta dela ou não, pergunta como é que ela se sente sem a luz do sol, a água da chuva e sem as suas plantas amigas e companheiras. Quando olhamos uma planta pensando se gostamos ou não, nossa mente opera obstruída pela sensação de gostar ou não gostar. Uma inteligência maior é olharmos para aquela planta perguntando do que ela necessita. E mais do que isso, nós podemos olhá-la e ver com os olhos do bom jardineiro quais as flores e frutos que essa planta tem escondidas dentro dela, e que ela mesma não sabe.

Três trechos de ensinamentos de Lama Padma Samten sobre relações.

“As pessoas estão presas, mas quando nós as vemos presas nós as aprisionamos, damos nascimento a elas como pessoas presas. Mas elas não estão presas! Elas pensam que estão presas e eu também penso que elas estão presas. Por isso, nós não permitimos que elas surjam livres.
Então o primeiro passo é nós recitarmos e vermos aqueles seres livres. Quando desenvolvemos essa visão, nós vemos a devastação do carma, porque nós, de modo geral, olhamos as outras pessoas e as aprisionamos com nossos olhares. Nós não permitimos lugares às pessoas, não damos nascimentos de liberdade para elas. Nós as congelamos.

Tornou-se cena corriqueira ver pessoas desempregadas, funcionários insatisfeitos e empreendedores inquietos. O sofrimento não se restringe a milhares enfileirados à procura de trabalho.

Sua Santidade o Dalai Lama costuma resumir a filosofia budista em uma frase: “Faça o bem sempre que possível; se não puder fazer o bem, tente não fazer o mal”. Uma das especialidades do budismo é a noção de que o mundo que nos circunda é inseparável de nós mesmos. Assim, se fazemos o bem para os demais seres e para o ambiente, estamos cuidando de nosso próprio bem. Se causamos mal aos outros e ao ambiente, estamos causando mal a nós mesmos. Todos estão ligados uns aos outros, todos dependem uns dos outros.
O conceito de interdependência budista também sustenta que nós – e tudo o que nos circunda – não temos a solidez que julgamos possuir. Atribuímos identidades e qualidades a tudo e a todos (inclusive a nós mesmos) a partir de uma visão limitada por um padrão binário de gostar e não gostar, querer e não querer.

Somos todos capazes de fazer brotar um ambiente no qual as pessoas ajam naturalmente de forma positiva. Mas como desenvolver essa habilidade? Como colocar isso em prática na vida e obter resultados em múltiplas direções?
É isso que o Lama Padma Samten nos ensina em cinco vídeos breves filmados e editados pelo Portal Nós da Comunicação. Ao lado do escritor Robson Santarém, o Lama conduziu a palestra “O que levamos da nova inteligência?”, no 35° Congresso Estadual de Recursos Humanos, realizado entre os dia 3 e 5 de junho, no Rio de Janeiro.

Ensinamento dado no CEBB Porto Alegre
A efetiva prática da compreensão cognitiva budista pode trazer ao ser humano uma vida mais descomplicada, mais clara, mais nítida, mais viva, mais real. Ao cientista, pode oferecer elementos para que se tome mais criativo e mais liberto da lógica unidirecional limitada. Ao educador, oferece-lhe o desafio de conciliar informação e formação, conhecimento e liberdade mental.

Aula proferida em 16/4/1998 no CEBB Menino Deus
Por que meditar? Tendo compreendido a impermanência e abandonado os objetivos correspondentes à Roda da Vida, entendemos que sem serenidade a sabedoria não é possível, por isto buscamos agora repousar naquilo que é estável. Buscamos estabilidade em corpo, fala e mente.
A primeira “âncora” é o próprio corpo. Apenas sentando imóveis já estamos removendo obstáculos que se interpõem à esta ação de imobilidade. Nesta etapa, a imobilidade por si mesma já é prática espiritual. A imobilidade nos tira parcialmente de samsara, se nos movemos é sinal que nossa mente tem um grau de agitação tal que a meditação pode não ter utilidade em um primeiro momento.

Ouça trechos de gravações de palestras e retiros do Lama Padma Samten pelo Brasil. Alguns dos áudios abaixo estão disponíveis na íntegra em CDs e DVDs. Para adquirir, visite nossa loja virtual.
Podcast?
Os podcasts do Lama Padma Samten são ensinamentos que duram em média 15 minutos e podem ser ouvidos gratuitamente online ou baixados e ouvidos em um iPod ou em qualquer tocador de MP3.
Assine e receba por email!
Quando você assina um podcast, recebe por email avisos dos novos ensinamentos disponíveis assim que eles são lançados. Assine e seja informado por email do próximo podcast!

Palestra de abertura do TEDx Amazônia (novembro de 2010)

Na filosofia budista as palavras amor e compaixão denotam sentimentos e atitudes que vale a pena conhecer.
Digamos que alguém olha para uma planta que se encontra num vaso dentro da casa. Pelo olhar compassivo, em vez observar se gosta dela ou não, pergunta como é que ela se sente sem a luz do sol, a água da chuva e sem as suas plantas amigas e companheiras. Quando olhamos uma planta pensando se gostamos ou não, nossa mente opera obstruída pela sensação de gostar ou não gostar. Uma inteligência maior é olharmos para aquela planta perguntando do que ela necessita. E mais do que isso, nós podemos olhá-la e ver com os olhos do bom jardineiro quais as flores e frutos que essa planta tem escondidas dentro dela, e que ela mesma não sabe.

Três trechos de ensinamentos de Lama Padma Samten sobre relações.

“As pessoas estão presas, mas quando nós as vemos presas nós as aprisionamos, damos nascimento a elas como pessoas presas. Mas elas não estão presas! Elas pensam que estão presas e eu também penso que elas estão presas. Por isso, nós não permitimos que elas surjam livres.
Então o primeiro passo é nós recitarmos e vermos aqueles seres livres. Quando desenvolvemos essa visão, nós vemos a devastação do carma, porque nós, de modo geral, olhamos as outras pessoas e as aprisionamos com nossos olhares. Nós não permitimos lugares às pessoas, não damos nascimentos de liberdade para elas. Nós as congelamos.

Tornou-se cena corriqueira ver pessoas desempregadas, funcionários insatisfeitos e empreendedores inquietos. O sofrimento não se restringe a milhares enfileirados à procura de trabalho.

Sua Santidade o Dalai Lama costuma resumir a filosofia budista em uma frase: “Faça o bem sempre que possível; se não puder fazer o bem, tente não fazer o mal”. Uma das especialidades do budismo é a noção de que o mundo que nos circunda é inseparável de nós mesmos. Assim, se fazemos o bem para os demais seres e para o ambiente, estamos cuidando de nosso próprio bem. Se causamos mal aos outros e ao ambiente, estamos causando mal a nós mesmos. Todos estão ligados uns aos outros, todos dependem uns dos outros.
O conceito de interdependência budista também sustenta que nós – e tudo o que nos circunda – não temos a solidez que julgamos possuir. Atribuímos identidades e qualidades a tudo e a todos (inclusive a nós mesmos) a partir de uma visão limitada por um padrão binário de gostar e não gostar, querer e não querer.

Somos todos capazes de fazer brotar um ambiente no qual as pessoas ajam naturalmente de forma positiva. Mas como desenvolver essa habilidade? Como colocar isso em prática na vida e obter resultados em múltiplas direções?
É isso que o Lama Padma Samten nos ensina em cinco vídeos breves filmados e editados pelo Portal Nós da Comunicação. Ao lado do escritor Robson Santarém, o Lama conduziu a palestra “O que levamos da nova inteligência?”, no 35° Congresso Estadual de Recursos Humanos, realizado entre os dia 3 e 5 de junho, no Rio de Janeiro.

Ensinamento dado no CEBB Porto Alegre
A efetiva prática da compreensão cognitiva budista pode trazer ao ser humano uma vida mais descomplicada, mais clara, mais nítida, mais viva, mais real. Ao cientista, pode oferecer elementos para que se tome mais criativo e mais liberto da lógica unidirecional limitada. Ao educador, oferece-lhe o desafio de conciliar informação e formação, conhecimento e liberdade mental.

Aula proferida em 16/4/1998 no CEBB Menino Deus
Por que meditar? Tendo compreendido a impermanência e abandonado os objetivos correspondentes à Roda da Vida, entendemos que sem serenidade a sabedoria não é possível, por isto buscamos agora repousar naquilo que é estável. Buscamos estabilidade em corpo, fala e mente.
A primeira “âncora” é o próprio corpo. Apenas sentando imóveis já estamos removendo obstáculos que se interpõem à esta ação de imobilidade. Nesta etapa, a imobilidade por si mesma já é prática espiritual. A imobilidade nos tira parcialmente de samsara, se nos movemos é sinal que nossa mente tem um grau de agitação tal que a meditação pode não ter utilidade em um primeiro momento.

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Na filosofia budista as palavras amor e compaixão denotam sentimentos e atitudes que vale a pena conhecer.
Digamos que alguém olha para uma planta que se encontra num vaso dentro da casa. Pelo olhar compassivo, em vez observar se gosta dela ou não, pergunta como é que ela se sente sem a luz do sol, a água da chuva e sem as suas plantas amigas e companheiras. Quando olhamos uma planta pensando se gostamos ou não, nossa mente opera obstruída pela sensação de gostar ou não gostar. Uma inteligência maior é olharmos para aquela planta perguntando do que ela necessita. E mais do que isso, nós podemos olhá-la e ver com os olhos do bom jardineiro quais as flores e frutos que essa planta tem escondidas dentro dela, e que ela mesma não sabe.

Três trechos de ensinamentos de Lama Padma Samten sobre relações.

“As pessoas estão presas, mas quando nós as vemos presas nós as aprisionamos, damos nascimento a elas como pessoas presas. Mas elas não estão presas! Elas pensam que estão presas e eu também penso que elas estão presas. Por isso, nós não permitimos que elas surjam livres.
Então o primeiro passo é nós recitarmos e vermos aqueles seres livres. Quando desenvolvemos essa visão, nós vemos a devastação do carma, porque nós, de modo geral, olhamos as outras pessoas e as aprisionamos com nossos olhares. Nós não permitimos lugares às pessoas, não damos nascimentos de liberdade para elas. Nós as congelamos.

Tornou-se cena corriqueira ver pessoas desempregadas, funcionários insatisfeitos e empreendedores inquietos. O sofrimento não se restringe a milhares enfileirados à procura de trabalho.

Sua Santidade o Dalai Lama costuma resumir a filosofia budista em uma frase: “Faça o bem sempre que possível; se não puder fazer o bem, tente não fazer o mal”. Uma das especialidades do budismo é a noção de que o mundo que nos circunda é inseparável de nós mesmos. Assim, se fazemos o bem para os demais seres e para o ambiente, estamos cuidando de nosso próprio bem. Se causamos mal aos outros e ao ambiente, estamos causando mal a nós mesmos. Todos estão ligados uns aos outros, todos dependem uns dos outros.
O conceito de interdependência budista também sustenta que nós – e tudo o que nos circunda – não temos a solidez que julgamos possuir. Atribuímos identidades e qualidades a tudo e a todos (inclusive a nós mesmos) a partir de uma visão limitada por um padrão binário de gostar e não gostar, querer e não querer.

Somos todos capazes de fazer brotar um ambiente no qual as pessoas ajam naturalmente de forma positiva. Mas como desenvolver essa habilidade? Como colocar isso em prática na vida e obter resultados em múltiplas direções?
É isso que o Lama Padma Samten nos ensina em cinco vídeos breves filmados e editados pelo Portal Nós da Comunicação. Ao lado do escritor Robson Santarém, o Lama conduziu a palestra “O que levamos da nova inteligência?”, no 35° Congresso Estadual de Recursos Humanos, realizado entre os dia 3 e 5 de junho, no Rio de Janeiro.

Ensinamento dado no CEBB Porto Alegre
A efetiva prática da compreensão cognitiva budista pode trazer ao ser humano uma vida mais descomplicada, mais clara, mais nítida, mais viva, mais real. Ao cientista, pode oferecer elementos para que se tome mais criativo e mais liberto da lógica unidirecional limitada. Ao educador, oferece-lhe o desafio de conciliar informação e formação, conhecimento e liberdade mental.

Aula proferida em 16/4/1998 no CEBB Menino Deus
Por que meditar? Tendo compreendido a impermanência e abandonado os objetivos correspondentes à Roda da Vida, entendemos que sem serenidade a sabedoria não é possível, por isto buscamos agora repousar naquilo que é estável. Buscamos estabilidade em corpo, fala e mente.
A primeira “âncora” é o próprio corpo. Apenas sentando imóveis já estamos removendo obstáculos que se interpõem à esta ação de imobilidade. Nesta etapa, a imobilidade por si mesma já é prática espiritual. A imobilidade nos tira parcialmente de samsara, se nos movemos é sinal que nossa mente tem um grau de agitação tal que a meditação pode não ter utilidade em um primeiro momento.

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Digamos que alguém olha para uma planta que se encontra num vaso dentro da casa. Pelo olhar compassivo, em vez observar se gosta dela ou não, pergunta como é que ela se sente sem a luz do sol, a água da chuva e sem as suas plantas amigas e companheiras. Quando olhamos uma planta pensando se gostamos ou não, nossa mente opera obstruída pela sensação de gostar ou não gostar. Uma inteligência maior é olharmos para aquela planta perguntando do que ela necessita. E mais do que isso, nós podemos olhá-la e ver com os olhos do bom jardineiro quais as flores e frutos que essa planta tem escondidas dentro dela, e que ela mesma não sabe.

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“As pessoas estão presas, mas quando nós as vemos presas nós as aprisionamos, damos nascimento a elas como pessoas presas. Mas elas não estão presas! Elas pensam que estão presas e eu também penso que elas estão presas. Por isso, nós não permitimos que elas surjam livres.
Então o primeiro passo é nós recitarmos e vermos aqueles seres livres. Quando desenvolvemos essa visão, nós vemos a devastação do carma, porque nós, de modo geral, olhamos as outras pessoas e as aprisionamos com nossos olhares. Nós não permitimos lugares às pessoas, não damos nascimentos de liberdade para elas. Nós as congelamos.

Tornou-se cena corriqueira ver pessoas desempregadas, funcionários insatisfeitos e empreendedores inquietos. O sofrimento não se restringe a milhares enfileirados à procura de trabalho.

Sua Santidade o Dalai Lama costuma resumir a filosofia budista em uma frase: “Faça o bem sempre que possível; se não puder fazer o bem, tente não fazer o mal”. Uma das especialidades do budismo é a noção de que o mundo que nos circunda é inseparável de nós mesmos. Assim, se fazemos o bem para os demais seres e para o ambiente, estamos cuidando de nosso próprio bem. Se causamos mal aos outros e ao ambiente, estamos causando mal a nós mesmos. Todos estão ligados uns aos outros, todos dependem uns dos outros.
O conceito de interdependência budista também sustenta que nós – e tudo o que nos circunda – não temos a solidez que julgamos possuir. Atribuímos identidades e qualidades a tudo e a todos (inclusive a nós mesmos) a partir de uma visão limitada por um padrão binário de gostar e não gostar, querer e não querer.

Somos todos capazes de fazer brotar um ambiente no qual as pessoas ajam naturalmente de forma positiva. Mas como desenvolver essa habilidade? Como colocar isso em prática na vida e obter resultados em múltiplas direções?
É isso que o Lama Padma Samten nos ensina em cinco vídeos breves filmados e editados pelo Portal Nós da Comunicação. Ao lado do escritor Robson Santarém, o Lama conduziu a palestra “O que levamos da nova inteligência?”, no 35° Congresso Estadual de Recursos Humanos, realizado entre os dia 3 e 5 de junho, no Rio de Janeiro.

Ensinamento dado no CEBB Porto Alegre
A efetiva prática da compreensão cognitiva budista pode trazer ao ser humano uma vida mais descomplicada, mais clara, mais nítida, mais viva, mais real. Ao cientista, pode oferecer elementos para que se tome mais criativo e mais liberto da lógica unidirecional limitada. Ao educador, oferece-lhe o desafio de conciliar informação e formação, conhecimento e liberdade mental.

Aula proferida em 16/4/1998 no CEBB Menino Deus
Por que meditar? Tendo compreendido a impermanência e abandonado os objetivos correspondentes à Roda da Vida, entendemos que sem serenidade a sabedoria não é possível, por isto buscamos agora repousar naquilo que é estável. Buscamos estabilidade em corpo, fala e mente.
A primeira “âncora” é o próprio corpo. Apenas sentando imóveis já estamos removendo obstáculos que se interpõem à esta ação de imobilidade. Nesta etapa, a imobilidade por si mesma já é prática espiritual. A imobilidade nos tira parcialmente de samsara, se nos movemos é sinal que nossa mente tem um grau de agitação tal que a meditação pode não ter utilidade em um primeiro momento.

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